Extensão, Pela Faac

Uma História com mais de 20 anos de UNESP

A entrevistada da vez pode até não ser vista pelo público, mas tem papel fundamental no funcionamento da Biblioteca do Campus. Mariana Thomaz Nazário entrevista Maristela Brichi Cintra, que trabalha na Biblioteca de Bauru desde 1995 e tem várias experiências dentro da Unesp.

Maristela já passou por três campus da Unesp e trabalha na Biblioteca de Bauru desde 1995
Maristela já passou por três campus da Unesp e trabalha na Biblioteca de Bauru desde 1995 (Foto: Mariana Thomaz Nazário)

 

Mariana: Você sempre trabalhou aqui na Biblioteca da Unesp Bauru?

Maristela: Não, minha experiência na Unesp começou no Campus de Jaboticabal em 1982. Depois disso eu fiz o curso de Biblioteconomia na Unesp de Marília e durante toda a graduação eu trabalhei na Biblioteca do campus. Eu vim para Bauru em 1995 e desde então venho trabalhando aqui na Biblioteca da Unidade. Hoje eu sou bibliotecária responsável pelo processamento de material (catalogação, classificação, elaboração de ficha catalográfica).

Mariana: O que mudou de 1995 para 2013?     

Maristela: Muita coisa! Mais tecnologias revolucionaram a biblioteca. Quando eu comecei a trabalhar nós usávamos máquinas de escrever para fazer a ficha catalográfica dos livros, hoje tudo é feito pela plataforma online que integra várias bibliotecas.
Por exemplo, para conseguir um artigo científico hoje você encontra na internet na hora. Naquela época, para um professor ter acesso a um artigo que foi publicado em Manaus, ele precisava fazer um requerimento na central das bibliotecas em Marília, assim Marília fazia o pedido para a Universidade de Manaus que enviava para a central e a central encaminhava para o professor. A gente brincava que às vezes era mais fácil pegar um vôo para Manaus e pegar o artigo pessoalmente. Risos.
A internet revolucionou o acesso à informação, com as plataformas atuais, é possível fazer pesquisas conjuntas com outros pesquisadores à distância. Isso é muito positivo para a disseminação do conhecimento.
Para me manter atualizada com essas mudanças a própria Unesp sempre proporciona treinamentos e cursos.

Mariana: E como é o contato com os alunos?

Maristela: É sempre muito positivo. Nós sempre fazemos um trabalho de educação para os calouros para instruir sobre a pesquisa, retirada e conservação dos livros. Com as tecnologias de auto-empréstimo e auto-devolução eles ficam cada vez mais independentes aqui na Biblioteca, o aluno pode buscar o livro no sistema, pegar as referências, buscar nas prateleiras fazer o auto-empréstimo e a auto-devolução sem a ajuda de nenhum funcionário.
Mas a biblioteca vai além de um centro de pesquisa, ela também é um ponto de encontro para os alunos, onde eles conversam, jogam xadrez, consultam as novas aquisições e podem interagir uns com os outros.

Por: Mariana Thomaz Nazário

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