Extensão, Pela Faac

De para sempre em para sempre

“Nada dura para sempre nessa vida”. Quantas vezes você já escutou essa frase? Desde a mãe que tenta aconselhar o filho que largou da namorada até ao padre que ouve atento a confissão do pecador e ao final diz isso para lembrar ao errôneo que sua vida pode mudar para melhor se ele quiser, no fim das contas… Ou mesmo na música, tipo aquela da Legião Urbana – também interpretada por Cássia Eller – que tem em um de seus versos esse clichê por meio de outras palavras, assim lembrado: “o para sempre, sempre acaba”.

Pois bem, quando um jovem batalhador passa pelas frestas pequenas de uma disputa desenfreada por um lugar em sua universidade dos sonhos, ele vislumbra, ao chegar, um mundo até certo ponto fantástico: morar sozinho, ser responsável direto pelos seus atos, poder ter sua liberdade mais bem explorada desde as mais simples até as mais complexas situações de seu dia a dia. É assim que cresce um universitário, é assim que durante um período de quatro, cinco, até seis anos (para os graduandos de medicina não se sentirem por fora deste post) de sua vida, esses adolescentes se tornam homens e mulheres talhados para ingressar na vida adulta.

Contudo, os momentos mais próximos que antecedem essa página quase que definitiva de uma fase da vida para outra não são fáceis. A hora de deixar de lado a vida de estudante – ou pelo menos o lado em que a atividade principal de uma pessoa é focar-se para os estudos – transforma-se em algo complicado, principalmente para o universitário que se encontrou dentro de seu cotidiano universitário. Aqueles sonhos da época de calouro ou caloura de que “essa época da minha vida não pode acabar” são levados à realidade do clichê em cima citado. O que antes era para sempre, chega à sua hora de acabar.

Nos próximos dias, os companheiros da ACI Estevão Rinaldi, Mariana Thomaz e Natassia Yalmanian deixarão de ser universitários e estarão à disposição do mercado de trabalho. Eles, que já tiveram experiências próximas ao que encontrarão nessa nova etapa com o desenvolvimento de projetos de extensão dentro da Universidade, como o desenvolvido na própria Assessoria de Comunicação e Imprensa da FAAC, estão vivendo por um lado a euforia de um dever cumprido, por outro, a sensação de que o sonho do para sempre, mais uma vez, acabou. E assim, de “para sempre em para sempre” eles vão, juntamente com tantos outros universitários em fase final de curso, começar a realização de outros sonhos que vão ser para sempre, dentro do limite possível que um “para sempre” pode durar.

Blog Moraes
Estevão, Natassia e Mariana (Fotos: ACI)

Por Luiz Moraes

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