Oportunidades

Argentinas contam sua experiência na FAAC

Um intercâmbio durante a graduação nos proporciona diferentes coisas: a oportunidade de praticar um idioma estrangeiro em uma Universidade, conhecer outra cultura e fazer novas amizades, amadurecimento pessoal… E tudo isso foi vivenciado pelas argentinas Alexandra Sananes e Yanina Trameur, ambas da Universidade Nacional de Cuyo, Mendoza, Argentina. Elas ficaram de julho a dezembro de 2010 em Bauru e cursaram matérias em Jornalismo, Rádio e TV e Relações Públicas. Em entrevista, elas comentaram como foi a experiência na Unesp.

Essa foi a primeira vez de vocês no Brasil?

Alexandra: Não. Eu já tinha feito intercâmbio pelo Rotary. Durante um ano morei em Petrópolis, Rio de Janeiro, e fiz o terceiro colegial. Depois voltei duas vezes, mas só fazendo turismo.

Yanina: Sim, foi minha primeira vez.

Por que vocês decidiram vir para o Brasil?

Alexandra: Gosto muito do Brasil, é um país maravilhoso. E acredito que é uma potência em crescimento. O país tem as ferramentas, a tecnologia e a cabeça para continuar subindo. Acho que deveríamos incentivar mais o intercâmbio de idéias, culturas e conhecimento no MERCOSUL. Por isso decidi escolher o Brasil.

Yanina: Não tinha planejado. Minhas amigas queriam ver como funcionavam os intercâmbios. Eu me inscrevi e acabei sendo selecionada. Fiquei sabendo bem em cima da hora que iria para o Brasil.

E vocês já sabiam português?

Alexandra: Pelo ano que passei, já sabia.

Yanina: Eu tinha feito só um mês e meio de aula, umas seis aulas. Eu não conseguia falar, acho que por vergonha. Mas depois fui aprendendo.

Um intercâmbio durante a graduação nos proporciona diferentes coisas: a oportunidade de praticar um idioma estrangeiro em uma Universidade, conhecer outra cultura e fazer novas amizades, amadurecimento pessoal… E tudo isso foi vivenciado pelas argentinas Alexandra Sananes e Yanina Trameur, ambas da Universidade Nacional de Cuyo, Mendoza, Argentina. Elas ficaram de julho a dezembro de 2010 em Bauru e cursaram matérias em Jornalismo, Rádio e TV e Relações Públicas. Em entrevista, elas comentaram como foi a experiência na Unesp.

Essa foi a primeira vez de vocês no Brasil?

Alexandra: Não. Eu já tinha feito intercâmbio pelo Rotary. Durante um ano morei em Petrópolis, Rio de Janeiro, e fiz o terceiro colegial. Depois voltei duas vezes, mas só fazendo turismo.

Yanina: Sim, foi minha primeira vez.

Por que vocês decidiram vir para o Brasil?

Alexandra: Gosto muito do Brasil, é um país maravilhoso. E acredito que é uma potência em crescimento. O país tem as ferramentas, a tecnologia e a cabeça para continuar subindo. Acho que deveríamos incentivar mais o intercâmbio de idéias, culturas e conhecimento no MERCOSUL. Por isso decidi escolher o Brasil.

Yanina: Não tinha planejado. Minhas amigas queriam ver como funcionavam os intercâmbios. Eu me inscrevi e acabei sendo selecionada. Fiquei sabendo bem em cima da hora que iria para o Brasil.

E vocês já sabiam português?

Alexandra: Pelo ano que passei, já sabia.

Yanina: Eu tinha feito só um mês e meio de aula, umas seis aulas. Eu não conseguia falar, acho que por vergonha. Mas depois fui aprendendo.

Onde vocês moraram em Bauru?

Alexandra: Morei em um apartamento, na Cidade Universitária, perto do Shopping, com duas meninas que estudavam Radio e TV. A convivência foi boa e as meninas foram muito legais.

Yanina: Morei com três meninas perto da Praça da Paz. Duas eram de Jornalismo e uma de Biologia. No começo foi bem difícil, sentia muita saudade de casa. Como eu não conhecia o idioma, não falava. Elas queriam me conhecer, mas não conseguiam. Elas me ajudaram e tiveram muita paciência. Agradeço por tudo o que fizeram por mim.

A Unesp é muito diferente da Universidade Nacional de Cuyo?

Yanina: Sim, é muito diferente em tudo. Na estrutura, por exemplo, a Unesp é repartida por todo o Estado. Aqui é tudo junto e você não tem que ir embora da sua casa pra estudar. Eu também adorei as árvores, as plantas, os saguis e os passarinhos.

E o sistema de avaliação?

Alexandra: O modo como os professores avaliam os conteúdos é diferente. Nós temos provas finais de todas as matérias, e vocês têm mais trabalhos.

Yanina: Nós estudamos muito e não temos prática. Não sei até que ponto é bom o jeito de avaliação de vocês e o nosso. Quando eu falava coisas de jornalismo, percebi que vocês têm uma confusão teórica com coisas fundamentais. Mas não acho bom que nós estudemos muito porque quando temos que trabalhar, não sabemos o que fazer. O bom seria um ponto entre os dois casos.

 

Mariane Bovoloni

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